quinta-feira, 5 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Novos limites de financiamento pelo FGTS incluirão imóveis fora do “Minha Casa”
Lipi disse que poderia acontecer em dezembro; Cef antecipa anúncio.
06/10/2009, Rio de Janeiro, RJ - Inicialmente anunciado pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi, para imóveis adquiridos dentro do “Minha Casa, Minha Vida”, a ampliação do valor de imóveis para financiamento com recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) será estendida também para aquisição de unidades que não são enquadradas no programa habitacional do governo federal.
A informação, divulgada pela Associação de Dirigentes de Vendas do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), é da Caixa Econômica Federal (Cef) e antecipa em dois meses a intenção comentada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi. Ao anunciar (01/10/2009) a elevação do teto para aquisição enquadrada no “Minha Casa”, o ministro disse que em dezembro próximo seria feita a reavaliação dos valores a serem financiados com os recursos do FGTS para os imóveis fora do programa habitacional.
Os novos tetos - Independente do enquadramento no programa habitacional do governo federal, em cidades com mais de 250 mil habitantes o valor do imóvel a ser financiado pelo FGTS subiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Em municípios com mais de um milhão de habitantes, agora o financiamento do FGTS pode ser obtido para imóveis de até R$ 130 mil. Antes das novas regras, esse teto era válido somente nas capitais de São Paulo, do Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A partir de janeiro de 2010, todas as capitais passarão a contar com o teto de R$ 130 mil, conforme decidiu o Conselho Curador do FGTS.
Em relação ao mesmo período de 2008 (R$ 31,3 bilhões de receita), entre janeiro a agosto de 2009 a arrecadação do FGTS cresceu 14,5% e alcançou R$ 35,9 bilhões. Quanto aos saques, nos oito primeiros meses de 2008 o volume total chegou a R$ 27 bilhões, e em 2009 a cifra superou R$ 32,9 billhões.
“Apesar disto, o fundo está superavitário em R$ 3 bilhões neste ano”, disse Lupi, por ocasião das declarações sobre elevação do teto de valor de imóveis com financiamento pelo FGTS.
Fontes: Ademi/RJ; Agência Brasil de Notícias.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Caixa Econômica Federal muda regras do Construcard FGTS
O intuito é aumentar a atratividade da linha, racionalizar os procedimentos e aumentar o número de contratações. “Mais uma vez a Caixa sai na frente e dá a sua resposta à sinalização do Governo Federal, no apoio ao desenvolvimento e à geração de emprego e renda”, destacou a superintendente Nacional de Habitação do banco, Bernadete Maria Pinheiro Coury.
A contratação do Construcard FGTS é simplificada e permite a inclusão de até 15% dos custos de mão-de-obra no valor financiado. Atualmente, a renda máxima para esta modalidade é de R$ 1.900,00. Quem possui rendimento superior a esta faixa pode contratar o Construcard CAIXA, com recursos do banco, cujo valor mínimo a ser financiado é de R$ 1.000. As novidades na linha com recursos do FGTS já estão disponíveis em todas as unidades.
Construcard FGTS
Linha de crédito destinada à compra de material de construção em geral, incluindo armários embutidos e aquecedores solares. As compras são efetuadas por meio do cartão de débito Construcard FGTS, nos mais de 40 mil estabelecimentos comerciais credenciados pela Caixa.
Desde novembro passado, o limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. A taxa de juros varia entre 5% e 7,16% ao ano, de acordo com a renda familiar do tomador. Desde sua criação, em 1997, a linha já financiou R$ 5,9 bilhões e beneficiou aproximadamente 1,07 milhão de famílias. Em 2009 a meta de contratação para compra de material de construção com recursos do FGTS é de R$ 1 bilhão.
Encontro destaca preocupação ambiental na construção civil
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Durante três dias, 1,2 mil profissionais vão debater os desafios para o futuro e também para o presente.
A preocupação com o meio ambiente é um dos principais temas do encontro.
Em todo o país, 130 mil empresas trabalham para criar tudo o que você vê nas ruas das cidades e que não foi a natureza que fez. Prédios, estradas, construções que ajudam a movimentar a máquina do progresso.
No 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção, o presidente Lula e vários ministros participaram da abertura do evento, uma clara demonstração de prestígio para um setor que multiplica empregos e participa da política habitacional.
Durante três dias, 1,2 mil profissionais da construção vão debater os desafios para o futuro e também para o presente. Já é consenso. A indústria da construção precisa ter preocupação ambiental. Aumentar nos canteiros de obra a eficiência energética e até compensar a emissão de gás carbônico.
Ainda esse ano, gestores de empresas de construção de todo o Brasil serão convidados a fazer cursos na área do meio ambiente.
O evento serviu também para apoiar o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, que, entre outros benefícios, subsidia casas populares para famílias com renda mensal de até seis salários-mínimos.
O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Rio de Janeiro, Roberto Kaufmann, diz que o setor apóia um projeto de emenda constitucional para garantir recursos permanentes para a habitação.
“Não vai depender de governo nenhum. Recursos permanentes para poder reduzir o nosso déficit habitacional de cerca de 8 milhões de moradias que em 10, 12 anos pode acabar, havendo essa vontade política”, aponta o presidente do Sinduscon-Rio Roberto Kauffmann.
Fonte: G1
Veja a matéria completa com vídeo --> http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1289433-16020,00-ENCONTRO+DESTACA+PREOCUPACAO+AMBIENTAL+NA+CONSTRUCAO+CIVIL.html
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