



06/10/2009, Rio de Janeiro, RJ - Inicialmente anunciado pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi, para imóveis adquiridos dentro do “Minha Casa, Minha Vida”, a ampliação do valor de imóveis para financiamento com recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) será estendida também para aquisição de unidades que não são enquadradas no programa habitacional do governo federal.
A informação, divulgada pela Associação de Dirigentes de Vendas do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), é da Caixa Econômica Federal (Cef) e antecipa em dois meses a intenção comentada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi. Ao anunciar (01/10/2009) a elevação do teto para aquisição enquadrada no “Minha Casa”, o ministro disse que em dezembro próximo seria feita a reavaliação dos valores a serem financiados com os recursos do FGTS para os imóveis fora do programa habitacional.
Os novos tetos - Independente do enquadramento no programa habitacional do governo federal, em cidades com mais de 250 mil habitantes o valor do imóvel a ser financiado pelo FGTS subiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Em municípios com mais de um milhão de habitantes, agora o financiamento do FGTS pode ser obtido para imóveis de até R$ 130 mil. Antes das novas regras, esse teto era válido somente nas capitais de São Paulo, do Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A partir de janeiro de 2010, todas as capitais passarão a contar com o teto de R$ 130 mil, conforme decidiu o Conselho Curador do FGTS.
Em relação ao mesmo período de 2008 (R$ 31,3 bilhões de receita), entre janeiro a agosto de 2009 a arrecadação do FGTS cresceu 14,5% e alcançou R$ 35,9 bilhões. Quanto aos saques, nos oito primeiros meses de 2008 o volume total chegou a R$ 27 bilhões, e em 2009 a cifra superou R$ 32,9 billhões.
“Apesar disto, o fundo está superavitário em R$ 3 bilhões neste ano”, disse Lupi, por ocasião das declarações sobre elevação do teto de valor de imóveis com financiamento pelo FGTS.
Fontes: Ademi/RJ; Agência Brasil de Notícias.
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A preocupação com o meio ambiente é um dos principais temas do encontro.
Em todo o país, 130 mil empresas trabalham para criar tudo o que você vê nas ruas das cidades e que não foi a natureza que fez. Prédios, estradas, construções que ajudam a movimentar a máquina do progresso.
No 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção, o presidente Lula e vários ministros participaram da abertura do evento, uma clara demonstração de prestígio para um setor que multiplica empregos e participa da política habitacional.
Durante três dias, 1,2 mil profissionais da construção vão debater os desafios para o futuro e também para o presente. Já é consenso. A indústria da construção precisa ter preocupação ambiental. Aumentar nos canteiros de obra a eficiência energética e até compensar a emissão de gás carbônico.
Ainda esse ano, gestores de empresas de construção de todo o Brasil serão convidados a fazer cursos na área do meio ambiente.
O evento serviu também para apoiar o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, que, entre outros benefícios, subsidia casas populares para famílias com renda mensal de até seis salários-mínimos.
O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Rio de Janeiro, Roberto Kaufmann, diz que o setor apóia um projeto de emenda constitucional para garantir recursos permanentes para a habitação.
“Não vai depender de governo nenhum. Recursos permanentes para poder reduzir o nosso déficit habitacional de cerca de 8 milhões de moradias que em 10, 12 anos pode acabar, havendo essa vontade política”, aponta o presidente do Sinduscon-Rio Roberto Kauffmann.
Fonte: G1
Veja a matéria completa com vídeo --> http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1289433-16020,00-ENCONTRO+DESTACA+PREOCUPACAO+AMBIENTAL+NA+CONSTRUCAO+CIVIL.html
O Banco do Brasil ampliou a carência para o pagamento da primeira parcela da linha de crédito que financia material de construção. O prazo, que antes era de 59 dias, passou para 180 dias.
Os empréstimos podem ser de no máximo R$ 20 mil pelo prazo de até 48 meses. A depender do prazo dos financiamentos, os juros podem variar de 1,74% a 2,99% ao mês.
Os clientes do BB já têm crédito pré-aprovado e podem contratar o empréstimo nas lojas de materiais de construção. O BB tem convênio com mais 25 mil estabelecimentos.

Fonte: Imovelweb
06/05/2009, Brasília, DF - Por decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CC/FGTS), desde a última segunda-feira (04, maio) vigoram novas regras para as linhas de crédito destinadas à compra de material de construção e de reformas, operadas pela Caixa Econômica Federal (Cef). As alterações dizem respeito ao limite do financiamento e à exigência de renda familiar.
Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e em municípios com mais de 500 mil habitantes, o limite de renda familiar dos financiamentos pelo Construcard FGTS subiu de R$ 1,9 mil para R$ 4,9 mil. Nas demais cidades, o valor passou para R$ 3,9 mil. Desde março (2009), a linha deixou de exigir a garantia de fiança e aval e ampliou de 96 para 120 meses o prazo de amortização.
O valor máximo de financiamento pelo Construcard é de R$ 25 mil, com a taxa de juros variando entre 5% e 8,16% ao ano, de acordo com a renda do tomador do empréstimo. Também é possível incluir 15% dos custos de mão-de-obra no valor financiado.
Além do Construcard, que financia materiais de construção, a Conselho Curador do FGTS alterou as regras para as linhas que financiam reformas de imóveis. O limite de financiamento passou de R$ 70 para R$ 80 mil. A renda familiar foi ampliada de R$ 3 mil para R$ 4,9 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e em municípios com mais de 500 mil habitantes.
Para as demais cidades do país, a soma do rendimento familiar deve chegar, no máximo, a R$ 3,9 mil. O prazo de amortização é de até 30 anos e as taxas de juros variam entre 5% e 8,16% ao ano, de acordo com a renda do tomador do empréstimo.
Anteriormente, alteração na linha financiada pela poupança -Anteriormente (quinta-feira, 22, abril, 2009), houve alteração na linha da Cef que financia materiais de construção com recursos da poupança. Neste caso, o prazo máximo para quitação do empréstimo foi ampliado, de 42 para 60 meses.
Esta modalidade concede ao cliente uma carência, entre dois a seis meses, para concluir as suas compras. Durante tal período, o tomador paga somente os juros sobre o valor utilizado. A dívida começa a ser amortizada após o período de carência. Considerando as etapas de compra e de amortização, antes fixadas em até 42 meses, o prazo para quitação foi ampliado para 60 meses.
De acordo com a Cef, o valor máximo de financiamento varia conforme a capacidade de pagamento do tomador do empréstimo. A taxa de juros mensal é de 1,59%, mais Taxa Referencial (TR).
Considerando a medida governamental que reduziu, de 3% a 5%, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 30 itens de materiais de construção, a expectativa do mercado é que o financiamento de reformas com recursos originados na poupança movimente volume superior ao verificado em 2008, igual a R$ 1 bilhão em compras.
Fonte: Agência Brasil
Os sanjoanenses com renda de até três salários mínimos terão nova oportunidade de conseguir sua casa própria agora com o programa "Minha Casa, Minha Vida", desenvolvido pelo Governo Federal, em parceria com o Estado e com os municípios. As inscrições para os interessados começarão no dia 10 de junho, a partir das 8h, no Salão Nobre da Prefeitura, anunciou o prefeito Nivaldo José de Andrade (PMDB). O prefeito alertou os interessados que os contemplados não serão por ordem de chegada. "Não adianta correria. Vale lembrar que não é por ordem de chegada e sim por análise da situação financeira das famílias", afirmou.
De acordo com José Henriques Marques da Cruz, superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), que esteve em São João na última segunda-feira para assinatura do termo de adesão do município ao programa, serão 2.200 casas em São João del Rei para famílias com renda de 0 a 10 salários mínimos. "Em um primeiro momento vão ser construídas de 300 a 350 unidades destinadas a população foco do projeto que recebe entre 0 e 3 salários mínimos. Nesse caso, essas primeiras casas ficarão prontas daqui a cerca de 10 a 12 meses", afirmou.

A Caixa Econômica Federal anunciou semana passada, sexta-feira (20), novas regras para a compra de material de construção pelo programa Carta de Crédito FGTS. A partir de agora, não é mais necessária a garantia de fiança / avalista. Já o prazo máximo de amortização passou de 96 para 120 meses (10 anos).
Segundo a instituição, o objetivo é deixar a linha mais atrativa para o consumidor, racionalizar os procedimentos e aumentar o número de contratações. Em 2009 a meta de contratação para compra de material de construção com recursos do FGTS é de R$ 1 bilhão.
A contratação do Construcard FGTS permite a inclusão de até 15% dos custos de mão-de-obra no valor financiado. Atualmente, a renda máxima para esta modalidade é de R$ 1,9 mil. Quem possui rendimento superior a esta faixa pode contratar o Construcard Caixa, com recursos do banco, cujo valor mínimo a ser financiado é de R$ 1 mil.
Construcard FGTS
O Construcard FGTS é uma linha de crédito destinada à compra de material de construção em geral, incluindo armários embutidos e aquecedores solares. As compras são efetuadas por meio do cartão de débito Construcard FGTS, nos mais de 40 mil estabelecimentos comerciais credenciados pela Caixa.
De novembro de 2008 em diante, o limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. A taxa de juros varia entre 5% e 7,16% ao ano, de acordo com a renda familiar do tomador do crédito.
Desde sua criação, em 1997, a linha financiou R$ 5,9 bilhões para aproximadamente 1,07 milhão de famílias.

